O presidente da Associação para a Intervenção Juspsicológica apontou falhas à comunidade e aos dispositivos de controlo social, em relação ao caso da criança encontrada morta em Peniche. Em entrevista à SIC, disse não entender como é que Valentina deixou de estar monitorizada.
Carlos Alberto Poiares defendeu ainda que é necesário os psicólogos forenses trabalharem com a justiça para uma avaliação aos pais da criança.
"A saúde mental tem sido historicamente o parente pobre da saúde portuguesa", realçou.