Cultura

Feira do Livro de Lisboa tem novos pavilhões e vai realizar "Pic Nic Literário"

A 84ª Edição da Feira do Livro de Lisboa que se realiza no Parque Eduardo VII, de 29 de maio a 15 de junho, apresenta novos pavilhões e, entre as diversas atividades previstas, tem agendado um "Picnic Literário".

Outra novidade da Feira é a iniciativa "Dar e Receber", que visa promover  hábitos de leitura entre os mais jovens. Na feira poderão ser colocados,  em dois contentores, livros usados ou novos, para crianças até aos 12 anos,  que serão posteriormente oferecidos através do Banco de Bens Doados (LUSA)

Outra novidade da Feira é a iniciativa "Dar e Receber", que visa promover  hábitos de leitura entre os mais jovens. Na feira poderão ser colocados,  em dois contentores, livros usados ou novos, para crianças até aos 12 anos,  que serão posteriormente oferecidos através do Banco de Bens Doados (LUSA)

Miguel A.Lopes

A Feira foi apresentada pela Associação Portuguesa de Editores  e Livreiros (APEL), que a organiza, tendo enfatizado o investimento feito  nos novos pavilhões - perto de 250 - e a "forte aposta na restauração".

O presidente da APEL, João Alvim, sublinhou que os novos pavilhões "acrescentam  meio metro à comodidade, são de design mais moderno, permitindo uma melhor  acomodação, arrumação e exposição dos livros". 

Questionado pela Lusa sobre o investimento, João Alvim afirmou ter sido  de "largas centenas de milhares de euros", sem especificar o valor. 

Esta modernização de esquipamentos passa também pelo auditório principal,  que "será maior, mais cómodo e melhor equipado", assim como dois pavilhões  laterais para diferentes atividades, nomeadamente musicais. 

Outra novidade da Feira é a iniciativa "Dar e Receber", que visa promover  hábitos de leitura entre os mais jovens. Na feira poderão ser colocados,  em dois contentores, livros usados ou novos, para crianças até aos 12 anos,  que serão posteriormente oferecidos através do Banco de Bens Doados. 

Entre outras novidades, conta-se a participação de Moçambique, a que  o responsável pela animação cultural da Feira, Eduardo Boavida, da APEL,  se referiu como uma "internacionalização" do certame, já que aquele país  se inscreveu para participar, e não foi convidado como aconteceu em 2013  com Cabo Verde, esclareceu.

Lusa

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