Kaya Jones foi membro das Pussycat Dolls entre 2003 e 2005, altura em que diz ter sido abusada e drogada, enquanto "outros enriqueciam à custa da fama do grupo".
"A minha verdade", começou a artista por escrever no Twitter. "Eu não estava numa banda de raparigas. Eu estava num grupo de prostituição. Por acaso até cantávamos e éramos famosas, mas quem fazia dinheiro eram os nossos donos".
Numa sequência de publicações, a artista de 33 anos explicou ainda que a situação era má o suficiente para "abandonar os seus sonhos, as suas colegas e um contrato discográfico de 13 milhões". Kaya Jones denunciou também que tinha sido drogada e obrigada a dormir com pessoas e, que tinham usado a situação contra si.
A fundadora veio defender as Pussycat Dolls.
Numa entrevista ao site The Blast, Robin Antin disse que eram "mentiras ridículas e nojentas". A fundadora e coreografa declarou ainda que Kaya Jones estava "claramente à procura dos seus 15 minutos (de fama) " e que, na verdade, ela nunca tinha sido um membro oficial do grupo.
Roben Antin
Casey Rodgers
Kaya Jones mencionou ainda a "mãe do covil", sem referir nomes, e desafiou-a a confessar "por que motivo outra rapariga de um dos seus grupos femininos cometeu suicídio". Robin Antin ligou o comentário ao suicídio de Simone Battle, das G.R.L., em 2014, dizendo que tinha sido uma jogada "suja" e que um advogado já tinha sido contactado sobre a possibilidade de tomar medidas legais contra a artista.
Mario Anzuoni
As Pussycat Dolls formaram-se em 1995 e assinaram um contrato discográfico em 2003. Kaya Jones abandonou o grupo depois de dois anos, em 2005, enquanto a banda continuou até 2010.
Recentemente, surgiram rumores que as Pussycat Dolls iriam voltar aos palcos.