Cultura

Nome de Orlando Costa "permanecerá uma referência", diz ministro da Cultura

Nome de Orlando Costa "permanecerá uma referência", diz ministro da Cultura
Pedro Adão e Silva lamentou a morte do ator de 73 anos.

O ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, lamentou esta sexta-feira a morte do ator Orlando Costa, "por quem nutria uma estima pessoal".

Na conta do Ministério da Cultura na rede social Twitter, pode ler-se que, "no panorama artístico nacional", Orlando Costa destacou-se "por [uma] longa e prolífica carreira".

"O seu nome permanecerá uma referência", acrescentou.

O ator Orlando Costa, que protagonizou a série televisiva "Zé Gato", morreu hoje, aos 73 anos.

O percurso artístico de Orlando Costa

Orlando Costa nasceu em Braga a 24 de dezembro de 1948 e estreou-se na comédia "Um Chapéu de Palha de Itália", de Eugéne Labiche, no Teatro Experimental de Cascais (TEC), em 1970, numa encenação de Carlos Avilez, com Lígia Telles, Maria de Lourdes Resende e Vítor de Sousa, entre outros, de acordo com a entrada sobre o ator na Infopédia e o registo da peça no 'site' do TEC.

O ator fez parte do núcleo fundador do Teatro da Cornucópia, com Luís Miguel Cintra e Jorge Silva Melo, em 1973.

Orlando Costa fez também parte da companhia "A Barraca", onde contracenou com Maria do Céu Guerra.

O ator esteve muito ligado a projetos televisivos, tendo participado em séries como "Duarte e Companhia" (RTP), na década de 1980, ao lado de Rui Mendes, António Assunção, Canto e Castro e Paula Mora, "Zé Gato" (RTP), em 1979, que protagonizou, contracenando com Luís Lello, Canto e Castro e Luís Alberto, entre outros.

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