Desporto

Árbitro que obrigou lutador a cortar as rastas para poder competir enfrenta acusações de racismo

Árbitro que obrigou lutador a cortar as rastas para poder competir enfrenta acusações de racismo

Patrícia Almeida

Patrícia Almeida

Texto e edição

Jornalista

Árbitro tem um historial de comportamentos racistas

Aconteceu durante uma competição escolar, antes do Natal, nos EUA. Andrew Johnson, 16 anos, aluno de um liceu de New Jersey (Buena Regional High School) faz parte da equipa de luta livre.

Antes de competir foi informado pelo árbitro que seria desclassificado se não cortasse as rastas. O atleta aceitou as regras e o momento em que um elemento da equipa corta o cabelo a Andrew, tornou-se viral nas redes sociais. Vários ativistas e organizações de luta contra a discriminação acusam o árbitro de racismo. O jovem acabou por ganhar a competição, mas não festejou a vitória.

O árbitro, Alan Maloney, tem um historial de comportamentos racistas. Alega que se limitou a cumprir as normas e enfrenta agora uma investigação. O caso está a chocar os EUA.

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