Desporto

Ajoelhados e de punho no ar: o momento em que PSG e Basaksehir se juntaram contra o racismo

IAN LANGSDON

Veja aqui o momento protagonizado pelos jogadores enquanto se ouvia o hino da Champions.

Os futebolistas do Paris Saint-Germain e do Basaksehir exibiram esta quarta-feira uma mensagem contra o racismo, antes do duelo da sexta e última jornada da Liga dos Campeões, interrompido devido a um episódio de alegado racismo do quarto árbitro.

Os 22 jogadores entraram no Parc des Princes, palco do encontro, vestidos com uma camisola a repudiar o racismo e o emblema de ambas as equipas, assim como a nova equipa de arbitragem, designada hoje pela UEFA, liderada pelo holandês Danny Makkelie, em substituição do quarteto romeno.

Depois do alegado caso de racismo que levou à suspensão do PSG-Basaksehir, os jogadores juntaram-se no meio-campo, ajoelharam-se e levantaram o punho em sinal de luta contra o racismo enquanto o hino da Liga dos Campeões se ouvia no estádio.

Veja o momento:

O incidente ocorreu quando o quarto árbitro, o romeno Sebastian Costantin Coltescu, deu sinal ao árbitro principal, o compatriota Ovidiu Hategan, para expulsar o treinador adjunto do Basaksehir Pierre Webo, tendo-se este queixado que Coltescu utilizou a expressão "negro", recusando-se a sair do campo.

Ttreinador adjunto do Basaksehir, Pierre Webo

Ttreinador adjunto do Basaksehir, Pierre Webo

IAN LANGSDON

Após vários minutos, o 'staff' da equipa turca e os jogadores, seguidos pelos do PSG, decidiram abandonar o relvado, numa altura em que o jogo estava empatado 0-0 e o presidente do clube turco, Göksel Gümüsdag, disse que os jogadores só voltariam hoje ao terreno de jogo se Coltescu não voltasse.

IAN LANGSDON