Desporto

Mário Jardel diz que lhe roubaram as Botas de Ouro

(Arquivo)

Michael Steele

Foram roubadas da casa do antigo jogador de futebol duas Botas de Ouro, assim como uma de prata e outra de bronze.

O antigo futebolista do FC Porto e do Sporting, Mário Jardel denunciou esta quarta-feira o furto, entre outros, dos dois troféus de melhor marcador europeu que conquistou ao serviço daqueles dois clubes.

Jardel, de 47 anos, explicou que os ladrões entraram de madrugada na sua casa de Fortaleza, no norte do Brasil, e levaram duas Botas de Ouro, por ter sido duas vezes melhor marcador dos campeonatos europeus, uma de prata, por ter sido o segundo melhor marcador, e uma de bronze, por ter ficado em terceiro lugar.

Na sua conta no Instagram, Jardel afirmou que o valor sentimental dos troféus é maior do que o valor económico dos mesmos, solicitando a ajuda dos seus seguidores para encontrar as botas.

"Não é nem pela questão financeira, é mais pelo valor sentimental. É o meu legado, a minha história", escreveu o antigo futebolista, que conquistou as botas de ouro nas épocas de 1999 e 2002, ao serviço do FC Porto e do Sporting, respetivamente, uma de prata, em 1997, pelo FC Porto, e uma de bronze, em 2000, quando representava os turcos do Galatasaray.

Instagram

Além destes troféus, Mário Jardel foi cinco vezes o melhor marcador da I Liga portuguesa, quatro pelo FC Porto e uma pelo Sporting, uma vez melhor marcador da Taça Libertadores da América, em 1995, ao serviço do Grémio, e uma vez melhor marcador da Liga dos Campeões Europeus, em 2000, com 10 golos, pelos dragões.

Acresce, ainda, ao currículo de Jardel quatro títulos de campeão em Portugal, três taças de Portugal e quatro supertaças e uma Taça Libertadores, pelo Grémio, em 1995.

  • Vamos falar de jejum: era capaz de ficar 16 horas por dia sem comer?

    País

    O jejum intermitente é um regime alimentar que impõe um período de restrição alimentar. Existem vários modelos, mas o mais conhecido é dividido em 16 horas de jejum e oito horas em que pode comer livremente. Os especialistas reconhecem benefícios nesta prática, mas afirmam que a investigação científica ainda é escassa.

    Exclusivo Online

    Filipa Traqueia