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"É um fardo para Portugal": as duras críticas de jornal espanhol a Fernando Santos

"É um fardo para Portugal": as duras críticas de jornal espanhol a Fernando Santos
MIGUEL RIOPA

Na mesma crónica são igualmente dirigidas palavras a Cristiano Ronaldo.

O jornal desportivo espanhol Marca dirigiu esta terça-feira duras críticas a Fernando Santos, após a derrota de Portugal para a Liga das Nações.

A seleção portuguesa não foi capaz de assegurar a passagem à final four da Liga das Nações, quando necessitava apenas de um empate frente à Espanha. A equipa lusa não conseguiu segurar o nulo e, aos 89 minutos, Álvaro Morata marcou para os espanhóis.

A eliminação, em tudo semelhante à do ano passado, fez aumentar as críticas dos adeptos nacionais a Fernando Santos e à sua forma de gerir a equipa. Contudo, nesta ocasião, não foram apenas os portugueses a tecer críticas ao engenheiro. Dos “nuestros hermanos" chegam também palavras pouco simpáticas relativamente ao trabalho do selecionador português.

O jornal ‘Marca’ começa por referir-se à partida da última noite como um “recital desastroso” de Fernando Santos, antes de atirar que o treinador português “mentiu mais uma vez”, ao dizer que Portugal ia ser dominador frente à Espanha e que iria, assim, alcançar o triunfo.

Segundo a publicação espanhola, numa crónica do jornalista Miguel Ángel Lara, a seleção das “quinas” “tem mais jogadores do que treinador”, e que atualmente, às portas do Mundial, o selecionador “é um fardo” para a seleção.

A Marca aponta Fernando Santos como o principal responsável por esta derrota.

Ronaldo “já não é a fera” de outros tempos

A Marca também não deixou de fora CR7 e escreveu que a estrela do futebol mundial “dá mais medo pelo seu nome e pela sua história do que pelo que é agora”. Prossegue, afirmando que o craque português já não é a “fera” que foi outrora e que, durante a partida, falhou uma oportunidade clara de golo, que noutros tempos não desperdiçaria.

Apesar de notarem que Ronaldo já não é o matador de outros tempos, apontam que “a sua voracidade não está esgotada”, uma vez que a última chance de Portugal, no encontro com Espanha, surgiu dos pés do número sete português.

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