Economia

Altice Arena volta ao top 10 das maiores arenas no mundo em receitas

A Altice Arena voltou a repetir o feito conseguido em 2018.

Os rendimentos da Altice Arena, que voltou ao top 10 das maiores arenas no mundo em receitas, subiram 65% em 2018, face a 2017, superando os 18 milhões de euros, disse esta segunda-feira à Lusa o presidente executivo.

A Altice Arena anunciou esta segunda-feira que "voltou a repetir o feito conseguido em 2018 e entrou de novo no ranking das maiores arenas do mundo em termos de receitas", de acordo com a lista da Pollstar, considerada uma das mais prestigiadas publicações da indústria de concertos a nível mundial.

Questionado pela Lusa sobre quanto é a Altice Arena arrecadou em receitas no ano passado, o presidente executivo, Jorge Vinha da Silva, adiantou que "os rendimentos de 2018 superaram os 18 milhões de euros, com cerca de 150 eventos, no melhor exercício económico de sempre, consolidando a progressão de anos precedentes, com crescimento contínuo desde 2013".

Este desempenho representa uma "progressão de 65% face a 2017", adiantou o responsável.

Já sobre as receitas no primeiro semestre deste ano, Jorge Vinha da Silva adiantou que os valores "estão bastante positivos, superando largamente as receitas de 2017 e aproximando-se do ano especial que foi 2018, pela conjuntura de um número extraordinário de grandes eventos internacionais, com destaque para o Eurovision Song Contest" ou o concerto dos U2.

Sobre se há ambição da Altice Arena alcançar o top 5, o gestor afirmou: "A ambição é manter a regularidade de presença no top 10, pelo que continuaremos a investir no edifício e no negócio de forma a que continuemos a estar na roda dos melhores eventos à escala mundial", sendo que "o mesmo se aplica setor do turismo de negócios".

Entre janeiro e junho, a Altice Arena atingiu o nono lugar mundial e o quinto europeu, sendo que 427 mil pessoas assistiram um espetáculo naquele espaço durante o primeiro semestre.

A Lanxess Arena, na Alemanha, tirou o primeiro lugar ao Madison Square Garden de Nova Iorque, ao garantir 700 mil entradas.

Lusa