Economia

Nobel da Economia distingue trabalho com vista a "aliviar a pobreza a nível global"

Karin Wesslen / EPA

Abhijit Banerjee, Esther Duflo e Michael Kramer são os laureados

O Prémio Nobel da Economia foi atribuído hoje ao indiano Abhijit Banerjee, francesa Esther Duflo e norte-americano Michael Kremer "pela abordagem experimental com vista a aliviar a pobreza global", anunciou a Real Academia das Ciências sueca.

O Prémio de Ciências Económicas (oficialmente, Prémio Sveriges Riksbank de Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel) tem o valor de 9 milhões de coroas suecas, cerca de 860 mil euros, a dividir pelos três economistas.

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Os trabalhos conduzidos pelos laureados "introduziram uma nova abordagem para obter respostas fiáveis sobre a melhor maneira de reduzir a pobreza no mundo", adiantou a Academia.

Banerjee e Duflo são ambos do Massachusetts Institute of Technology, enquanto Kremer é da Harvard University e foi a segunda mulher a receber o prémio.

O Prémio de Ciências Económicas (Prémio Sveriges Riksbank de Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel) foi hoje anunciado pouco antes das 11:00, hora de Lisboa.

Oficialmente conhecido como o prémio de ciências económicas do Banco da Suécia em memória de Alfred Nobel, a distinção não foi criada pelo fundador, mas é considerado como parte dos prémios Nobel.

O prémio foi criado pelo Riksbanken, o banco central sueco, em 1968, e o primeiro vencedor foi selecionado um ano depois.