Economia

Plano de reestruturação da TAP. Corte de pessoal pode chegar aos 1.400 M€

Plano prevê menos 700 pilotos e 1.200 tripulantes de cabine.

A TAP quer cortar 1.400 milhões de euros os custos com pessoal. Isto implica uma redução no número de trabalhadores que poderá chegar aos três mil, entre pilotos e pessoal de terra.

Em ajudas do Estado, a empresa poderá receber, nos próximos cinco anos, mais de 3.000 milhões de euros.

Estes são alguns dos números que fazem parte do plano de reestruturação da companhia aérea, que tem de ser entregue esta quinta-feira em Bruxelas.

Sem ajustes nos custos laborais a TAP não conseguirá cumprir os requisitos da Comissão Europeia.

De acordo com o plano de reestruturação, a TAP entra na maior crise da indústria da aviação com a rentabilidade mais baixa em comparação com a British Airways, Iberia, KLM ou Lufthansa.

Para além da redução dos postos de trabalho, será ainda reduzida a frota. A TAP vai ficar com menos aviões. Dos 108 que tinha este ano, ainda antes da entrada em força da covid-19, passa para 88 em 2021.

No plano e reestruturação da TAP consultado pela SIC, lê-se que a empresa se encontra numa posição financeira difícil.

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