Economia

Deco recorre à Provedoria de Justiça pelo fim das comissões bancárias abusivas 

Associação quer fim das comissões abusivas para todos. 

A DECO enviou uma carta aberta à Provedoria de Justiça a pedir igualdade de tratamento nas comissões cobradas pelos bancos. A associação quer o fim das comissões abusivas, como as de processamento das prestações de crédito, para todos.

Em julho do ano passado, o Parlamento aprovou mudanças na lei sobre comissões bancárias. Por exemplo, desde janeiro que os bancos não podem cobrar comissões pelo processamento de prestações de crédito. Mas só se aplica aos contratos celebrados este ano.

Para trás ficam 13 milhões de empréstimos, que, pelas contas da Deco, só com esta comissão rendem aos bancos 285 milhões de euros por ano.

Tito Rodrigues, jurista da Deco, considera que há um “prejuízo que é manifesto”. Por essa razão, em dezembro do ano passado, a Deco enviou uma carta aberta ao Parlamento a pedir condições iguais para todos os consumidores, mas diz ainda não ter tido resposta.

Cerca de 9.500 consumidores aderiram à ação da Deco contra as comissões abusivas. É possível fazê-lo online, em comissoesabusivas.pt. A associação de defesa do consumidor pede que mais se juntem, para que ninguém saia prejudicado.

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