Economia

Governo assina acordo com patrões e UGT para promover formação profissional

A CGTP não se revê neste documento e, por isso, recusou-se a assiná-lo.

António Costa deixou um apelo para que os patrões e sindicatos se entendam sobre a subida dos salários. O Governo assinou, esta quarta-feira, com os parceiros sociais – à exceção da CGTP – um acordo para a formação profissional de trabalhadores. O primeiro-ministro diz que há milhões do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para aplicar nesta área e que não podem ser desperdiçados.

As contas são feitas em função do PRR, que pretende impulsionar a economia do país com milhões financiados pela União Europeia. António Costa diz que há mais de cinco mil milhões de euros para dedicar à formação profissional.

Depois do acordo assinado para a formação profissional, o próximo passo da concertação social será no combate à precariedade laboral. No entanto, a CGTP, que ficou fora da cerimónia desta quarta-feira, não subscreve o documento proposto pelo Governo aos parceiros sociais – nem uma palavra.

Este é o primeiro acordo para regular a formação de trabalhadores em 14 anos. Foi também o primeiro assinado entre patrões, a central sindical e o Governo, desde que Francisco Assis está à frente da concertação social.

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