Economia

Empresas portuguesas apostam cada vez mais no mercado de países do Oriente

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A taxa de exportação para China, Japão e Coreia do Sul ainda não chega a 1%.

Muitas empresas portuguesas estão a apostar no mercado asiático, numa tentativa de expandir o negócio e diminuir a dependência da Europa. A Associação Empresarial de Portugal desenvolveu um programa para ajudar empresários a estabelecerem-se na China, Coreia do Sul e Japão.

A empresa têxtil António Salgado exporta 90% daquilo que produz, sobretudo para países como Estados Unidos, Europa e Canadá. Pretende agora retomar a presença na Ásia, com a ajuda da Associação Empresarial de Portugal (AEP).

Visto como “um mercado competitivo que apela mais à qualidade e não ao preço”, o objetivo principal passa por aumentar o número de procura neste continente.

O Japão é visto como o mercado mais atrativo e mais exigente da Ásia e por isso Artur Rocha, diretor de internacionalização da Primor, afirma que a empresa quer conquistar este mercado, depois de ter sido a primeira fábrica portuguesa a exportar carne de porco para o Japão.

Apesar dos bons resultados, a pandemia e a guerra na Ucrânia obrigaram a uma desaceleração, uma vez que levaram a aumentos dos custos das matérias primas e da energia.

A AEP considera que este é um momento de crescimento, sobretudo para os setores agroalimentar, têxtil e dos materiais de construção. Vários mercados da Europa estão a entrar em recessão e a exportação para a China, Japão e Coreia do Sul é vista como o rumo certo a ser tomado pelas empresas nacionais.

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