Economia

Greve fechou cantinas de escolas, hospitais e fábricas

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Os trabalhadores exigem aumentos salariais, a valorização da carreira e o fim da precariedade.

Mais de 10 mil alunos do Porto ficaram hoje sem almoço por causa da greve dos trabalhadores das cantinas escolares. A paralisação afeta também cantinas e refeitórios de hospitais e fábricas. O sindicato fala numa adesão de 90%.

Por causa da greve das trabalhadoras da cantina, não houve almoço para os alunos da Escola básica Paulo da Gama. Nas contas do sindicato, o cenário repetiu-se em 59 das 68 cantinas escolares do Porto e mais de 10 mil estudantes ficaram sem refeição

Mas a paralisação fechou também cantinas de hospitais e fábricas. No IPO estão apenas assegurados os serviços mínimos.

As trabalhadoras manifestaram-se à porta da AHRESP, no Porto, para exigir a negociação do contrato coletivo de trabalho, aumentos salariais e o fim da precariedade

Com a transferência de competências para as autarquias na área da educação, os municípios estão a acabar com concessões a empresas pra fornecimento de refeições escolares O sindicato está também preocupado com esta situação por entender que coloca em risco os postos de trabalho.

Nas cantinas e refeitórios de escolas, hospitais e fábricas trabalham cerca de 25 mil pessoas.

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