Coronavírus

Imprensa italiana aponta 4 de maio como data para fim da quarentena

Autoridades dizem que é preciso manter todas as cautelas para garantir que a curva de contágio continua a descer.

Especial Coronavírus

Em frente ao Palácio Chigi, sede do Governo italiano, em pleno centro de Roma, o primeiro-ministro e vários membros da casa civil e militar prestaram homenagem a um dos polícias da escolta pessoal de Giuseppe Conte que morreu vítima do coronavírus.

Uma homenagem que interrompeu, por alguns minutos, o Conselho de Ministros onde o Executivo decidiu criar mais um fundo de apoio, de 750 mil milhões de euros, para as empresas que estão a perder lucros, todos os dias, por causa da pandemia.

E, porque se aproxima a Páscoa, o chefe do Governo voltou a apelar ao bom senso.

Alguns jornais italianos dizem que, se se mantiver a descida dos números de infetados, internados e mortos, já a seguir à Páscoa, a partir do dia 13 de abril poderá ser equacionada a reabertura de algumas fábricas, empresas e lojas.

Mas que continuará a ser proibido passear na rua, viajar ou visitar amigos, por exemplo. Pelo menos até segunda feira, 4 de maio, que poderá ser o dia em que os italianos começam a regressar à normalidade.

Com cautelas, e de forma gradual para que a situação não fique novamente fora do controlo e se assista a um recomeço das cadeias de contágio.

A obrigatoriedade de usar máscaras, que já são exigidas em algumas regiões, poderá vir a ser alargada a todo o país e manter-se-á, durante muito tempo, a regra do afastamento de pelo menos um metro, entre pessoas. Na rua, nos locais de trabalho e nos transportes públicos.

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