Coronavírus

Mais 13 mortes e 257 novos casos de Covid-19 em Portugal

Eduardo Munoz

Também há mais 275 pessoas recuperadas da doença.

Especial Coronavírus

A Direção-Geral da Saúde (DGS) anunciou este sábado a existência de 1.396 mortes e 32.203 casos de Covid-19 em Portugal, desde o início da pandemia.

O número de óbitos subiu, de ontem para hoje, de 1.383 para 1.396, mais 13, enquanto o número de infetados aumentou de 31.946 para 32.203, mais 257, o que representa um aumento de 0,9%.

Relativamente ao número de casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus (32.203), os dados da Direção-Geral da Saúde (DGS) revelam que há mais 257 casos do que na sexta-feira, o que representa um aumento de 0,8% em relação ao dia anterior.

A região Norte continua a ser a que regista o maior número de mortos (773), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (354), do Centro (238), do Algarve e dos Açores (ambos com 15) e do Alentejo, que regista um óbito, adianta o relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24:00 de sexta-feira, mantendo-se a Região Autónoma da Madeira sem registo de óbitos.

Segundo os dados da Direção-Geral da Saúde, 708 vítimas mortais são mulheres e 688 são homens.

Das mortes registadas, 936 tinham mais de 80 anos, 273 tinham entre os 70 e os 79 anos, 125 tinham entre os 60 e 69 anos, 45 entre 50 e 59, 15 entre os 40 e os 49. Um dos doentes que morreu tinha entre os 30 e os 39 anos e outro entre 20 e 29 anos.

A caracterização clínica dos casos confirmados indica que 514 doentes estão internados em hospitais, menos 15 do que na sexta-feira (-2,8%), e 63 estão em Unidades de Cuidados Intensivos, menos três do que no dia anterior.

A recuperar em casa estão 11.104 pessoas.

Os dados da DGS precisam que o concelho de Lisboa é o que regista o maior número de casos de infeção pelo novo coronavírus (2.365), seguido por Vila Nova de Gaia (1.558), Porto (1.354), Matosinhos (1.277), Braga (1.225) e Gondomar (1.083).

Desde o dia 01 de janeiro, registaram-se 323.663 casos suspeitos, dos quais 2.134 aguardam resultado dos testes.

Há 289.326 casos em que o resultado dos testes foi negativo, refere a DGS, adiantando que o número de doentes recuperados subiu para 19.189 (mais 275 do que na sexta-feira).

A região Norte continua a registar o maior número de infeções, totalizando 16.739, seguida pela região de Lisboa e Vale do Tejo, com 10.874, da região Centro, com 3.739, do Algarve (367) e do Alentejo (259).

Os Açores registam 135 casos de covid-19 e a Madeira contabiliza 90 casos confirmados, de acordo com o boletim hoje divulgado.

A DGS regista também 28.183 contactos em vigilância pelas autoridades de saúde.

Do total de infetados, 18.488 são mulheres e 13.715 são homens.

A faixa etária mais afetada pela doença é a dos 40 aos 49 anos (5.410), seguida da faixa dos 50 aos 59 anos (5.323) e das pessoas com idades entre os 30 e 39 anos (4.857).

Há ainda 4.529 doentes acima dos 80 anos, 4.234 entre os 20 e os 29 anos, 3.524 entre os 60 e 69 anos e 2.591 com idades entre 70 e 79 anos.

A DGS regista igualmente 654 casos de crianças até aos nove anos e 1.081 jovens com idades entre os 10 e os 19 anos.

De acordo com a DGS, 40% dos doentes positivos ao novo coronavírus apresentam como sintomas tosse, 29% febre, 21% dores musculares, 20% cefaleia, 15% fraqueza generalizada e 11% dificuldade respiratória. Esta informação refere-se a 91% dos casos confirmados.

A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 362 mil mortos e infetou mais de 5,8 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Mais de 2,4 milhões de doentes foram considerados curados.

O que muda na reabertura de cinemas e salas de espetáculos

Ginásios vão poder reabrir a 1 de junho

Os ginásios e clubes de fitness vão poder voltar a abrir portas a partir de segunda-feira, anunciou na sexta-feira o primeiro ministro António Costa.

Inserida na terceira fase de desconfinamento, no quadro da pandemia de covid-19, a abertura dos ginásios, anunciada por António Costa no final de uma reunião do Conselho de Ministros, terá de respeitar as normas definidas pela Direção-Geral da Saúde (DGS), nomeadamente sobre restrições à capacidade máxima destes espaços, regras de desinfeção dos equipamentos e uso de máscaras e viseiras por todos os funcionários.

A Associação de Ginásios e Academias de Portugal (AGAP) tinha vindo a desenvolver conversações com o governo e com a DGS para reabrir os ginásios precisamente em 1 de junho, alegando que a sobrevivência de muitos postos de trabalho do setor estava dependente de uma decisão favorável, que agora se confirma.

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