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Covid-19: Hungria vai manter o bloqueio nas fronteiras

Covid-19: Hungria vai manter o bloqueio nas fronteiras

Recomendações da União Europeia para a reabertura das fronteiras não estão a ser seguidas por todos os países, é o caso da Hungria.

Especial Coronavírus

As fronteiras em França reabriram aos países recomendados pela União Europeia. E com o número de casos de covid a disparar, os Estados Unidos ficaram de fora. Quem vive do turismo fala numa ausência que pesa.

Os britânicos abrem este sábado bares, cafés, restaurantes, museus e parques temáticos. As idas ao estrangeiro continuam desaconselhadas pelo Governo, ainda assim, o pai do primeiro-ministro viajou para a Grécia.

Na Hungria, as fronteiras vão continuar encerradas para os países que não pertencem à União Europeia, à excepção da Sérvia.

Berlim, Viena e Praga não vão abrir fronteiras com alguns países que a UE considerou seguros

A Alemanha anunciou o alívio das restrições aos viajantes de 11 países – Austrália, Canadá, China, Coreia do Sul, Geórgia, Japão, Montenegro, Nova Zelândia, Tailândia, Tunísia e Uruguai -, desde que também permitam a entrada de alemães.

Da lista divulgada pelo Ministério do Interior alemão não constam, todavia, quatro países com os quais a UE anunciou a reabertura de fronteiras: Argélia, Marrocos, Ruanda e Sérvia.

Na Áustria, também, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Alexander Schallenberg, anunciou hoje que o país mantém para já a proibição de viagens de ou para vários países não europeus e emitiu alertas aos viajantes para seis países dos Balcãs Ocidentais – Albânia, Bósnia, Kosovo, Macedónia do Norte, Montenegro e Sérvia -, apesar de os dois últimos integrarem a lista europeia.

A República Checa decidiu também manter as restrições a seis países incluídos na lista da UE – Argélia, Geórgia, Marrocos, Ruanda, Tunísia e Uruguai – e, em relação aos restantes, condicionar o levantamento de restrições à reciprocidade, isto é, à permissão de entrada nesses países de cidadãos checos.