Coronavírus

Portugal com 1 morte e 112 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas

Armando Franca

O último balanço da DGS.

Especial Coronavírus

A Direção-Geral da Saúde (DGS) anunciou esta terça-feira a existência de 1.739 mortes e 51.681 casos de Covid-19 em Portugal, desde o início da pandemia.

O número de óbitos subiu de 1.738 para 1.739, mais 1 do que ontem. Na segunda-feira, Portugal registou o primeiro dia desde 16 de março sem óbitos pela doença, uma tendência que não se manteve esta terça-feira.

Já o número de infetados aumentou de 51.569 para 51.681, mais 112, uma subida de 0,2%.

Há 401 doentes internados, 44 encontram-se em Unidades de Cuidados Intensivos.

O número de casos recuperados subiu de 37.111 para 37.318, mais 207.

Os números por região

Quanto aos casos confirmados, a região de Lisboa e Vale do Tejo lidera, com 26.457, seguida pela região Norte com 18.816, mais 19 casos, e a região Centro tem 4.475 infeções confirmadas, mais 10 novos casos do que os registados na véspera, de acordo com o boletim.

O Algarve totaliza 901 casos, mais nove do que na segunda-feira, e o Alentejo tem mais um caso de infeção, num total de 746.

A Madeira regista mais quatro casos, totalizando agora 117 infeções confirmadas, e nenhuma morte e nos Açores a DGS contabilizou mais uma infeção, totalizando 169 casos de covid-19, mantendo-se os 15 mortos já anteriormente registados.

"Novo lay-off" já está em vigor. Saiba o que muda

O apoio extraordinário à retoma progressiva entrou em vigor no início do mês e é, na prática, o "novo lay-off".

Destina-se às empresas que já não estão encerradas por imposição legal mas que ainda não conseguiram regressar à normalidade, por isso continuam a precisar da ajuda do Estado para pagar salários. E é precisamente nessa componente, a das remunerações, que há mais alterações.

Os empregadores que queiram aceder a este apoio, têm de aceder a um formulário na Segurança Social Direta, que ainda não está disponível. O Governo diz que deverá ficar acessível ainda esta semana.

Conselho de Veteranos de Coimbra admite praxe com uso de máscara

A praxe em Coimbra deverá decorrer com o início do ano letivo e o regresso das aulas presenciais, afirmou esta terça-feira o responsável do Conselho de Veteranos, salientando que vai ser determinado o uso obrigatório de máscara nestas atividades.

"As praxes deverão decorrer à mesma, visto que passa a haver aulas presenciais", disse à agência Lusa o 'dux veteranorum', Matias Correia, que lidera o Conselho de Veteranos, entidade reguladora da praxe na Universidade de Coimbra.

PAULO NOVAIS/LUSA

Segundo o responsável, a decisão foi tomada "em articulação com a reitoria da Universidade de Coimbra".

Para garantir uma maior segurança num contexto de pandemia, além da determinação do uso obrigatório de máscara nas praxes, o Conselho de Veteranos vai publicar recomendações para que as atividades ocorram com "grupos mais pequenos e, dentro do possível, que garantam o distanciamento físico".

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