Coronavírus

Primeiro-ministro e Ordem dos Médicos dão como restabelecidas as relações

TIAGO PETINGA

Caso de Reguengos lançou a discussão sobre as competências das ordens profissionais e acentuou as divergências entre o Governo e os médicos.

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O primeiro-ministro e a Ordem dos Médicos deram como restabelecidas as relações.

No final de uma reunião na manhã desta terça-feira em São Bento, António Costa garantiu apreço e respeito pelos médicos. Já o bastonário agradeceu a confiança do Governo.

Miguel Guimarães, bastonário dos Médicos, garantiu que a Ordem tinha competências para ter realizado a auditoria ao lar em Reguengos, contrariando as próprias declarações no parlamento há menos de um ano.

Esteve na comissão parlamentar de Saúde em dezembro no ano passado a propósito do caso do bebé que nasceu com malformações graves em Setúbal e perante os deputados deixou claro quais são afinal as competências da Ordem dos Médicos.

O bastonário procurava justificar a razão pela qual a Ordem que dirige tinha realizado a auditoria ao lar de Reguengos de Monsaraz, onde 18 pessoas morreram.

O primeiro-ministro não gostou e questionou a legitimidade desta ordem profissional para realizar esse relatório cujo resultado apontou para várias falhas.

Ficou lançada a discussão sobre as competências de fiscalização das ordens profissionais.

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