Coronavírus

Brasil ultrapassa os 3,9 milhões de infetados com o novo coronavírus

Ricardo Moraes

Já morreram mais de 121 mil pessoas no país.

Saiba mais...

O Brasil registou 553 mortos e 45.961 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 121.381 óbitos e 3.908.272 casos confirmados desde o início da pandemia, informou hoje o executivo.

De acordo com o último boletim divulgado pelo Ministério da Saúde brasileiro, ainda está a ser investigada a eventual relação de 2.708 mortes com o novo coronavírus, no momento em que a taxa de letalidade da doença no país está fixada em 3,1%.

Já a taxa de incidência da Covid-19 no Brasil é de 57,8 óbitos e de 1859,8 casos por cada 100 mil habitantes.

O Brasil, segundo país do mundo com maior número de casos e mortes, apenas atrás dos Estados Unidos, é também a segunda nação onde mais pessoas recuperaram da doença, num total de 3.097.734.

No total, 689.157 pacientes infetados estão sob acompanhamento médico.

São Paulo, o estado mais rico e populoso do Brasil, com cerca de 44 milhões de habitantes, é o foco da pandemia no país, concentrando oficialmente 804.342 pessoas diagnosticadas com o novo coronavírus e 30.014 mortos.

Na lista de estados mais afetados seguem-se a Bahia, com 256.727 infetados e 5.397 vítimas mortais, e o Rio de Janeiro, que totaliza 223.631 casos e 16.065 óbitos.

De acordo com um consórcio formado pela imprensa brasileira, que decidiu colaborar na recolha de informações junto das secretarias de Saúde estaduais, o país registou mais 619 mortes e 48.785 novos infetados nas últimas 24 horas.

No total, o consórcio constituído pelos principais media do Brasil indicou que o país contabiliza 3.910.901 casos e 121.515 mortos, desde o início da pandemia.

O Governo brasileiro nomeou hoje o médico veterinário Laurício Monteiro Cruz como novo diretor do departamento de imunizações e doenças transmissíveis do Ministério da Saúde, devendo liderar as discussões sobre a estratégia de vacinação contra a Covid-19.

O departamento que Monteiro Cruz agora assumirá é responsável pelo Programa Nacional de Imunizações do Brasil, incluindo as campanhas de vacinação e a distribuição de imunizantes pelo território brasileiro, peça-chave no combate à pandemia da Covid-19.

Com cerca de 212 milhões de habitantes e um elevado número de casos, o país sul-americano é considerado um laboratório ideal para testar várias potenciais vacinas, com farmacêuticas a procurarem agora verificar a sua eficácia e segurança.

Há duas semanas, a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), organismo tutelado pelo Ministério da Saúde, aprovou o início dos ensaios clínicos no Brasil de uma nova vacina contra a Covid-19, a quarta a ser experimentada no país contra o vírus.

A multinacional Johnson&Johnson recebeu autorização para testar a sua vacina em estudos clínicos na fase três (com milhares de pessoas), o que já está a ser feito no Brasil com imunizantes desenvolvidos pelo Reino Unido (AstraZeneca e Universidade de Oxford), China (Sinovac Biotech), e pelo consórcio BioNTech (Alemanha) e Wyeth/Pfizer (Estados Unidos).

Já na semana passada, o Governo do Estado brasileiro do Paraná informou que deve submeter à Anvisa, dentro dos próximos 30 dias, o protocolo de validação para a fase três de estudos clínicos da vacina russa no país.

A pandemia de Covid-19 já provocou pelo menos 847.071 mortos e infetou mais de 25,2 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

  • "Quando estou com os avós sinto-me feliz"

    Desafios da Mente

    As investigações apontam que as crianças que têm avós envolvidos na prestação de cuidados podem ter melhores índices de saúde mental, como uma redução do risco de sintomas depressivos e de comportamentos desviantes, bem como melhor desenvolvimento cognitivo. Em Portugal, o Dia dos Avós celebra-se a 26 de julho. A data foi instituída pela Assembleia da República, em 2003.

    Mauro Paulino