Coronavírus

Governo admite que o aumento do número de novos casos merece preocupação

Pedro Santos

Pedro Santos

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Ainda assim, a secretária de Estado Adjunta e da Saúde, Jamila Madeira, diz que o número de doentes internados e em cuidados intensivos se mantem estável, e que os surtos estão todos identificados.

Especial Coronavírus

A poucos dias do início de mais um ano letivo, a Direção-Geral da Saúde está a rever orientações. A que prevê quarentena obrigatória para crianças e jovens institucionalizados vai ser atualizada. O isolamento profilático deixa de ser obrigatório.

"Uma vez que no início das aulas a comunidade para onde estas crianças vão é uma comunidade aberta ao exterior, as crianças vão ficar isentas de fazer qualquer tipo de quarentena, uma vez que vão entrar e sair da instituição como qualquer outra pessoa.", diz Graça Freitas, Diretora-Geral da Saúde.

Depois de publicadas as orientações para as escolas prepararem o novo ano, a DGS diz que está a ser ultimado o protocolo de resposta a eventuais surtos.

"A orientação geral é sermos muito focados, muito cirúrgicos. Haver uma atuação muito rápida, para permitir encontrar os contactos próximos de um caso. E a nossa ação será tão focada, orientada e proporcional quanto possível. Fechar o menos possível. E é fechar do ponto de vista físico; há um encerramento físico de uma sala, ou de uma ala ou zona da escola, em situações extremas pode haver de uma escola. Essa decisão tem de ser tomada pela autoridade de saúde local, regional e e nacional e não implica a interrupção do ano lectivo; implica passar de um nível de ensino presencial para, durante uns dias, outro nível de ensino.", explicou a Diretora-Geral da Saúde.

O novo ano escolar arranca entre os dias 14 e 17 deste mês.

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