Coronavírus

Costa avisa que o país não pode "pagar o preço" de ter as escolas encerradas

Ana Geraldes

Ana Geraldes

Jornalista

Fernando Silva

Fernando Silva

Repórter de Imagem

Primeiro-ministro apela à máxima "precaução" no início do ano escolar  

Especial Coronavírus

António Costa visitou uma escola ainda sem alunos. No Agrupamento de Escolas de Benavente, o regresso às aulas presenciais está marcado para quinta-feira. Mas nem por isso o primeiro-ministro deixou de avisar que não basta as medidas que foram tomadas e as regras impostas nas escolas; há uma parte de precaução que tem que ser feita por todos. E isso vale para dentro da escola como para fora da escola. Porque, faz questão de lembrar: "a escola em si não transmite o vírus a ninguém".

Durante a visita, sempre ao lado do Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues e seguido pelos dois secretários de Estado da Educação, João Costa e Susana Amadora, a mensagem que foi sendo deixada foi de confiança.

O ensino presencial é insubstituível, mesmo que o fecho das escolas em março tenha sido fundamental. Na altura. Agora, voltar às escolas é mesmo necessário na visão do Primeiro-ministro. Porque "nós não podemos continuar a pagar o preço de ter a escola encerrada".

Um custo que acentuou desigualdades. E mesmo admitindo que o ano letivo vai ter "problemas", António Costa diz que tudo fará para manter as escolas abertas. "Precaução" é a palavra de ordem. Uma nova disciplina é o que se pede.