Coronavírus

Os novos hábitos no regresso às aulas

Os horários foram alargados e os intervaos serão mais curtos.

Especial Coronavírus

Terminadas as férias, milhares de estudantes regressaram hoje às escolas.

O uso de máscara é obrigatório a partir do 5º ano, mas esta é apenas um das muitas regras impostas pela pandemia.

São novos hábitos que obrigam a um esforço coletivo para que o ensino presencial não volte a ser interrompido.

Costa avisa que o país não pode "pagar o preço" de ter as escolas encerradas

António Costa visitou uma escola ainda sem alunos. No Agrupamento de Escolas de Benavente, o regresso às aulas presenciais está marcado para quinta-feira. Mas nem por isso o primeiro-ministro deixou de avisar que não basta as medidas que foram tomadas e as regras impostas nas escolas; há uma parte de precaução que tem que ser feita por todos. E isso vale para dentro da escola como para fora da escola. Porque, faz questão de lembrar: "a escola em si não transmite o vírus a ninguém".

Durante a visita, sempre ao lado do Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues e seguido pelos dois secretários de Estado da Educação, João Costa e Susana Amadora, a mensagem que foi sendo deixada foi de confiança.

O ensino presencial é insubstituível, mesmo que o fecho das escolas em março tenha sido fundamental. Na altura. Agora, voltar às escolas é mesmo necessário na visão do Primeiro-ministro. Porque "nós não podemos continuar a pagar o preço de ter a escola encerrada".

Um custo que acentuou desigualdades. E mesmo admitindo que o ano letivo vai ter "problemas", António Costa diz que tudo fará para manter as escolas abertas. "Precaução" é a palavra de ordem. Uma nova disciplina é o que se pede.

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