Coronavírus

IPO realizou menos 4 mil primeiras consultas entre abril e junho  

José Eduardo Zuzarte

José Eduardo Zuzarte

Repórter de Imagem

Tiago Romão

Tiago Romão

Editor de Imagem

Durante este período, foram reencaminhados menos pacientes dos centros de saúde para o Instituto Português de Oncologia. 

Especial Coronavírus

Os receios da pandemia do novo coronavírus e o adiamento de consultas nos centros de saúde reduziu o número de doentes reencaminhados para o Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa: menos 25% de referenciados entre abril e junho, os meses em que a pandemia teve maior impacto no país.

Também durante o segundo semestre, foram realizadas menos quatro mil primeiras consultas e menos 492 cirurgias, mas o IPO garante que nos últimos três meses já foi possível recuperar os números pré-covid.

No que toca a tratamentos, como quimioterapia, o IPO manteve todos os serviços e registou uma queda de apenas 5% nas sessões entre abril e junho.