Coronavírus

Vigilantes de segurança privada pedem trabalho ao Governo em protesto no Porto

Cláudio Ferreira, dirigente na Associação Nacional da Vigilância e Segurança Privada (ANVSP).

Especial Coronavírus

Cerca de 70 vigilantes de segurança privada concentraram-se hoje na Avenida dos Aliados, no Porto, para denunciar que entre 80% e 96% dos seguranças, porteiros e assistentes de espetáculos e recintos desportivos ficaram desempregados nesta pandemia da covid-19.

Segundo Cláudio Ferreira, dirigente na Associação Nacional da Vigilância e Segurança Privada (ANVSP), a manifestação de hoje serve para sensibilizar para os "colegas que ficaram desempregados e que perderam 100% dos seus rendimentos" e para pedir que se deixe os trabalhadores do setor trabalhar.

Com máscaras de proteção no combate à covid-19 e com uma faixa colocada nas escadas à frente da Câmara Municipal do Porto onde se lia "Unidos pelo setor! Juntos somos mais fortes!", os cerca de 70 vigilantes mantiveram-se na concentração entre as 09:00 e as 12:00 de hoje, hora em que começaram a desmobilizar.