Coronavírus

Covid-19. Brasil ultrapassa 6.2 milhões de casos e 171 mil mortes

Pilar Olivares

37.614 infeções e 691 óbitos nas últimas 24 horas

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O Brasil ultrapassou esta quinta-feira a barreira das 171 mil mortes (171.460) e 6.2 milhões (6.204.220) de casos de covid-19, informou o Ministério da Saúde no seu último boletim epidemiológico.

Desse total, 691 óbitos e 37.614 infeções foram contabilizadas nas últimas 24 horas, momento em que a taxa de incidência da doença no Brasil está em 81,6 mortes e 2.952 casos por cada 100 mil habitantes.

Geograficamente, São Paulo (1.229.267), Minas Gerais (406.880), Bahia (392.381) e Rio de Janeiro (346.024) são os Estados brasileiros que totalizam mais casos de infeção.

As unidades federativas com maior número de mortes são São Paulo (41.773), Rio de Janeiro (22.394), Minas Gerais (9.904) e Ceará (9.545).

No Brasil, país lusófono mais afetado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo, 5.528.599 pacientes diagnosticados recuperaram da covid-19, enquanto que 504.161 infetados encontram-se sob acompanhamento médico, quer em hospitais, quer nas suas residências.

"Repique da nossa pandemia"

No momento em que vários epidemiologistas admitem que o Brasil está a atravessar uma segunda vaga da pandemia, o ministro da saúde do país, Eduardo Pazuello, disse esta quinta-feira que os números da covid-19 mostram um "repique".

"Estamos a falar de repique de contaminações e mortos em algumas regiões. Sim, é só acompanhar os dados no nosso 'site'. No sul e no sudeste do país o repique é mais claro. E no norte e nordeste é bem menos impactante, com algumas cidades fora da curva. No centro-oeste ele é bem mais no meio do caminho. Sim. Isso é um repique da nossa pandemia", disse Pazuello, citado pela imprensa local.

Ministro da Saúde fala em quatro ondas

O ministro, que é general do exército brasileiro, afirmou que o país viverá quatro ondas na pandemia, num conceito diferente dos usados por epidemiologistas e infetologistas.

"Nós teremos quatro ondas, cuidado para não sermos enganados. (...) Não confundam ondas com novos surtos", disse Pazuello.

Na classificação adotada pelo governante, a primeira onda refere-se ao "momento que o país está a viver", com as mortes e infeções, e dentro dela, pode haver o que classificou de "repiques".

Na segunda onda, segundo Pazuello, estão as doenças que sofreram um impacto por causa da pandemia. Na terceira onda, estão os casos de violência doméstica, e, na quarta, os casos de automutilação e suicídio.

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