Coronavírus

Pais Natais desempregados 

No Rio de Janeiro o recrutamento de Pais Natais está em queda, numa altura em que o Brasil assiste a um novo aumento no número de casos de Covid-19. 

Com o distanciamento a ganhar terreno e as pessoas longe das lojas durante a época festiva, o recrutamento de Pais Natais para as grandes superfícies está em queda. No Rio de Janeiro, conta-se pelas mãos dos dedos o número de pessoas contratadas para dar corpo ao célebre barbudo de roupas vermelhas.

As regras de distanciamento impostas pela pandemia já estão a ter impacto na habitual afluência das pessoas às lojas, nesta altura do ano. E se há momento que pressupõe proximidade é aquele em que a criança se senta ao colo do Pai Natal para enumerar os presentes que tanto deseja.

O Natal de 2020 avizinha-se, também por isso, diferente e o impacto que as restrições estão a ter na vida de quem, todos os anos, interpreta a personagem já é visível.

No Rio de Janeiro, no Brasil, o recrutamento de Pais Natais está em queda, numa altura em que o país assiste a um novo aumento no número de infeções.

Muitos ficaram sem o posto de trabalho que, apesar de temporário, permitia ganhar algum dinheiro extra. Ficaram também sem o contacto e a possibilidade de fazer sorrir os mais novos, como conta o brasileiro Gino Esposito que, depois de décadas a interpretar a personagem, este ano ficou sem trabalho: "Triste, né?"

  • A árdua experiência com a sustentabilidade 

    Mundo

    E se alguém lhe dissesse que passaria a viver num quarto, com eletricidade apenas para pequenos utensílios domésticos, sem aquecimento central, ar condicionado ou água quente. Teria apenas três conjuntos de roupa, sem máquina de lavar ou secar, faria dieta local sem produtos de origem animal e não andaria de automóvel nem de avião?

    Opinião

    João Abegão