Coronavírus

Covid-19. Brasil com 17.341 novos casos e 293 mortes em 24 horas

Antonio Lacerda

País aguarda os resultados da vacina desenvolvida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford para começar a vacinação

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O Brasil registou nas últimas 24 horas 17.341 novos casos de covid-19 e 293 mortes pela doença, elevando os totais acumulados no país para 7.733.746 infeções e 196.018 óbitos, segundo dados oficiais este domingo divulgados.

Os dados do Ministério da Saúde indicam também que há já 6.813.008 pessoas recuperadas da doença e 724.720 pessoas em acompanhamento médico, abaixo das 751.260 registadas no dia anterior.

Os estados de São Paulo (1.471.422 casos), Minas Gerais (550.672 casos) e Santa Catarina (497.345 casos) mantém-se como os que registam uma maior incidência de infeções.

Nos totais acumulados de óbitos são os estados de São Paulo (46.845), Rio de Janeiro (25.616), e Minas Gerais (12.037) que lideram a lista dos mais afetados.

O Governo brasileiro anunciou recentemente um plano de vacinação que prevê que os brasileiros serão imunizados num período total de 16 meses com um processo de cinco fases. O plano, porém, ainda não tem data para começar.

Vacinação no Brasil

O país aguarda os resultados da vacina desenvolvida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford para começar a vacinação porque comprou 100 milhões de doses deste imunizante antecipadamente.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão responsável pela utilzação de medicamentos no Brasil, informou hoje em nota que a Fundação Oswaldo Cruz, instituição científica brasileira que testa a vacina da Universidade de Oxford e deverá fabricá-la no país, entregará todos os documentos e apresentará o pedido de registo do medicamento até 15 de janeiro.

O uso da vacina da Universidade de Oxford já foi autorizado nesta quarta-feira pelo Reino Unido e Argentina.

Já o laboratório União Química, que tem licença para produzir a vacina russa Sputnik V contra a covid-19 no Brasil, garantiu que solicitará à Anvisa uma autorização para uso emergencial do imunizante em janeiro.

O laboratório pediu à agência reguladora do Governo brasileiro uma autorização para testar a Sputnik V massivamente em pacientes no país na última terça-feira.

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