Coronavírus

Covid-19. Reino Unido abre centros de vacinação para aumentar ritmo diário

O objetivo é responder ao crescimento de novos casos.

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A nova variante britânica e o inverno no hemisfério norte estão a preocupar as autoridades de saúde. O Reino Unido está em confinamento e multiplicam-se os apelos para que os britânicos fiquem em casa.

Nas ruas de Londres, os serviços de urgência não têm descanso. As ambulâncias, habituadas a 5.500 chamadas diárias, estão a fazer 8.000 saídas, o que reflete os novos máximos da pandemia no pais.

Em Inglaterra abriu, este domingo, sete novos centros de vacinação para aumentar o ritmo diário de 200 mil vacinas administradas por dia. No total já foram aplicadas dois milhões de doses, quer da Pfizer, quer da Astrazeneca, o que cobre um terço dos britânicos com mais de 80 anos.

Em França, há mais oito departamentos, entre os quais o de Marselha, com as restrições mais apertadas. O objetivo é desacelerar o avanço da variante britânica.

O papa confirma que vai receber a vacina na próxima semana, bem como a generalidade dos residentes e trabalhadores no Vaticano. Numa entrevista televisiva, o líder da igreja católica diz ser moralmente inaceitável recusar a vacina.

Na República Checa, cerca de 3 mil pessoas protestaram na capital, Praga, contra as restrições adotadas pelo Governo. O recolher obrigatório e as outras medidas estão em vigor pelo menos até dia 22.

Israel é o país que mais rápido avança no plano de vacinação nacional. Desde que começou, a 19 de dezembro, já chegou a cerca de 20% da população, sendo que a primeira dose já cobre 70% dos maiores de 60 anos.