Coronavírus

Portugal com mais 138 mortes e 1.677 novos casos de covid-19 em 24 horas

Pedro Nunes

O último balanço da DGS.

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Portugal regista este domingo mais 138 mortes e 1.677 novos casos de covid-19, segundo o balanço diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Desde o início da pandemia, Portugal contabiliza um total de 15.321 mortes e 785.756 casos de infeção pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, estando este sábado ativos XXX casos, menos XXX em relação a sábado.

Quanto aos internamentos hospitalares, o boletim epidemiológico da DGS revela que estão internadas em enfermaria 4.826 pessoas, menos 24 que no dia anterior, e 795 em cuidados intensivos, menos 8 face a ontem.

As autoridades de saúde têm sob vigilância 139.402 contactos, menos 3.771 relativamente a ontem.

Os dados de hoje revelam ainda que mais 3.795 pessoas foram dadas como recuperadas, fazendo subir para 665.316 o número de recuperados desde o início da pandemia em Portugal, em março de 2020.

Há atrasos na vacinação mas Governo quer imunidade de grupo até ao final do verão

O Governo espera vacinar 1,4 milhões de portugueses até ao início de abril. Com mais de meio milhão de vacinas contra a covid-19 já administradas, o primeiro-ministro quer que este número quase triplique até ao início de abril.

A previsão foi revista depois das vacinas que o país vai receber serem menos do que o inicialmente estimado. Mesmo assim, mantém-se o objetivo de vacinar 70% da população até ao final do verão, para atingir a imunidade de grupo.

A segunda fase da vacinação deverá arrancar em abril, para quem tem mais de 65 anos e para pessoas a partir dos 50 com doenças como a diabetes, obsidade e hipertensão arterial. Na terceira e última fase, ainda sem data, será vacinada a restante população.

Ministro das Finanças nega que Governo tenha poupado nos apoios às famílias

O ministro das Finanças nega que o Governo tenha poupado nos apoios a empresas e famílias em contexto da pandemia de covid-19. João Leão defende que o Governo gastou o necessário. Em entrevista à Antena 1 e ao Jornal de Negócios, garante que os apoios às empresas vão manter-se "custe o que custar".

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