Coronavírus

Covid-19. Setor do comércio e serviços quer reabrir a 17 de março para evitar falências

O setor da moda e calçado é dos mais afetados pelo encerramento.

A União de Associações do Comércio e Serviços faz um apelo ao Governo para que possam reabrir já no dia 17 de março. Os empresários garantem que se continuarem fechados, muitos vão ter de abrir falência.

Pela primeira vez em 30 anos, Carlos Barrela não conseguiu pagar o ordenado aos funcionários. Tem as quatro lojas fechadas há quase dois meses e, apesar dos trabalhadores estarem em lay off, o estado só cobre 70% do valor. Foi esse o valor que os trabalhadores receberam este mês.

O setor da moda e calçado é dos mais afetados pelo encerramento. Com as vendas paradas, vão-se acumulando nas lojas os casacos e as botas. O medo é que o Sol esteja de volta antes de reabrirem as portas. Até lá, os armazéns estão cheios.

A União de Associações do Comércio e Serviços garante que a situação está a fica insustentável.

Há lojas que se vão reinventando e viram-se para o digital. Foi o que fez Ana Carmo, no entanto o valor não chega para as despesas. Apesar dos esforços, a empresária garante que se o setor não reabrir em breve, há várias lojas que vão abrir falência.

A tendência vai continuar a ser a roupa de inverno, pelo menos enquanto não houver sinal verde do Governo para reabrir as lojas.

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