Coronavírus

"Nunca disse que o pior da pandemia já passou". Primeiro-ministro mantém-se alerta e fala do futuro

MIGUEL A. LOPES

António Costa mostra-se confiante em relação ao futuro, mas diz que ainda não é tempo de baixar a guarda.

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O primeiro-ministro diz que ainda há muito a fazer para resolver as fragilidades provocadas pela pandemia. Em entrevista ao jornal Público, António Costa diz que ainda não é tempo de baixar a guarda porque a evolução da covid-19 é imprevisível.

"Nunca disse que o pior já passou. Nem do ponto de vista económico e social, nem sequer do ponto de vista sanitário. Porque há fatores de imprevisibilidade que, com toda a seriedade, ninguém pode dizer que não existe. Tal como ninguém em outubro sabia que íamos ter a variante inglesa, ninguém hoje sabe que não vamos ter daqui a três semanas a variante x", afirma.

Ainda assim, Costa mostra-se confiante em relação ao futuro. Diz que daqui a cinco anos o país estará mais próximo da Alemanha do que estava em 2016.

Além de se voltar para o futuro, o primeiro-ministro olhou para o último ano que diz ter deixado três fragilidades no país: a necessidade de reforço do SNS,a precariedade do mercado de trabalho e o desordenamento territorial. Fragilidades que espera poder começar a resolver já no próximo ano.

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