Coronavírus

Pelo 2.º ano consecutivo, tradicionais procissões não vão sair à rua em Braga

Prejuízos são de milhões de euros.

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Pelo segundo ano consecutivo, não vão sair à rua as tradicionais procissões da Semana Santa, em Braga.

Ainda assim decorrem de uma forma virtual porque a arquidiocese adaptou-se ao contexto da pandemia. Pela internet é possível seguir também as celebrações religiosas que decorrem na Sé de Braga.

Por causa das restrições, não há turistas na cidade, o que tem um impacto negativo de vários milhões de euros na economia local. Só na hotelaria, as quebras são de 95%.

Em 2019, só a Semana Santa gerou cerca de 15 milhões de euros de receitas.

Por ordem da Conferência Episcopal Portuguesa, em todo o país, há uma série de restrições nas cerimónias presenciais. Estão excluídas, por exemplo, as tradições do lava-pés, esta quinta-feira, assim como o ato de beijar a cruz.

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