Coronavírus

A crise pandémica aprofundou o fosso das desigualdades

Relatório da Amnistia Internacional.

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A Amnistia Internacional alerta que a pandemia agravou as violações dos Direitos Humanos e levantou o véu sobre as fragilidades dos vários países, incluindo Portugal. A crise pandémica aprofundou o fosso das desigualdades.

O relatório da Amnistia Internacional concluiu que a pandemia teve um impacto desproporcional e, nalguns casos devastador, entre os que já eram marginalizados.

A Amnistia Internacional, que avaliou 149 países, denuncia que alguns líderes exploraram a crise sanitária para consolidar o seu próprio poder e usaram a pandemia como arma para atacar direitos cívicos, designadamente o direito à liberdade de expressão.

O relatório aponta ainda as lacunas no direito à saúde que acabaram mais expostas pela covid-19.

À semelhança de outros sistemas de saúde europeus, a crise pandémica expôs as debilidades geradas pelas medidas de austeridade, o que poderá, defende a ONG, ter exacerbado a mortalidade na Europa. A Aministia sugere ainda a investigação das mortes desproporcionais nos lares de idosos.