Coronavírus

Covid-19 no mundo. Ramadão começa ensombrado pela pandemia

Turquia impôs restrições religiosas e sociais e Índia enfrenta momento mais crítico da pandemia.

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Para os quase dois mil milhões de muçulmanos, esta terça-feira marca o início do mês sagrado do Ramadão. Mas, tal como no ano passado, haverá muitas restrições para evitar aglomerados e a propagação do novo coronavírus.

Pelo segundo ano consecutivo, o Ramadão começa ensombrado pela pandemia: a intensa interação social que tradicionalmente marca os períodos que antecedem e sucedem o jejum, observado entre o nascer e o pôr do sol, estará limitado no vasto mundo muçulmano.

A Turquia, onde o número diário de novos casos nunca foi tão alto, impôs restrições religiosas e sociais. Numa comunicação televisiva, o Presidente Receep Erdogan disse que os turcos deveriam preparar-se para fazer novos sacrifícios durante o mês do Ramadão.

Também a Índia enfrenta um dos momentos mais críticos da pandemia. Esta terça-feira, o Governo indiano aprovou a utilização de emergência da Sputnik V, a vacina contra a covid-19 desenvolvida na Rússia. O país preparar-se para fazer o mesmo em relação a vacinas já aprovadas em países ocidentais e no Japão, uma vez que começam a faltar doses.

No Brasil, a situação pandémica permanece crítica e o Governo revelou, esta terça-feira, que um 1,5 milhões de brasileiros faltaram à segunda toma da vacina. O dia ficou marcado pela decisão da França cancelar por tempo indeterminado os voos provenientes do Brasil e pela morte de uma das grandes figuras da seleção brasileira, campeã mundial de 1994, Ruth Roberta de Sousa, aos 52 anos, vítima da covid-19.