Coronavírus

"Não ao confinamento": o grito de protesto em vários países do mundo

Da Argentina ao Canadá, de Itália à Venezuela, o fim de semana tem sido marcado por vários protestos contra as restrições.

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Um pouco por todo o mundo, o aumento de casos está a levar vários governos a impor novas restrições em muitos países. Nos 4 cantos do globo, o fim de semana tem sido marcado por protestos contra as medidas.

Em Roma, Itália, mais de mil técnicos do mundo do espetáculo participaram num protesto ruidoso por um setor desesperado, com muitos profissionais sem trabalho há mais de um ano.

Inquietação e revolta, para já, sem grandes respostas: previsto está, apenas, o regresso às escolas e a abertura de espaços que possam funcionar ao ar livre no próximo dia 26 de abril.

Pela mesma altura deverão reabrir também as creches e escolas primarias em França, onde a população já acusa o cansaço provocado por 3 confinamentos totais.

O país superou as 100 mil mortes e já totaliza mais de 5,3 milhões de casos. Para travar os contágios decidiu impor uma quarentena de 10 dias para quem viajar do Brasil, África do Sul, Chile e Argentina.

Nas ruas de Buenos Aires, centenas desafiaram o aviso do Presidente, que disse que não iria tolerar mais protestos contra as restrições, e protestaram contra as medidas impostas pelo governo (que incluem o encerramento das escolas e dos restaurantes e a imposição de recolher obrigatório a partir das 20h).

Toronto também foi palco de uma grande manifestação contra as restrições.

O Canadá enfrenta uma segunda vaga, com vários territórios a registar novos máximos de infeções.

Na Índia, o crescimento tem sido vertiginoso: o país registou, nas últimas 24 horas, um novo máximo de casos e de mortes.

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