Coronavírus

Agências de viagens criticam fim do apoio a fundo perdido

O Turismo de Portugal anunciou o término de parte das medidas de apoio económico ao setor.

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As agências de viagens estão desiludidas com o corte do apoio a fundo perdido para o setor do turismo. Garantem que as empresas continuam sem faturação para cobrir as despesas e que vai ser difícil manter os postos de trabalho.

Com o fim do estado de emergência, o Turismo de Portugal anunciou também o término de parte das medidas de apoio económico ao setor, com é o caso do apoio a fundo perdido.

O anúncio provocou uma reação imediata nas empresas. De acordo com a Associação de Sócios e Gerentes das Agências de Viagens e Turismo (ASGAVT), o setor não tem, neste momento, faturação suficiente.

Com restrições nas viagens ainda em vigor, as despesas acumulam-se e os riscos também: em causa podem estar mais de 800 mil postos de trabalho.

Da parte do Governo, continua disponível o programa Apoiar e a Linha de Apoio à Tesouraria das Pequenas Empresas de Turismo, reforçada agora em 20 milhões de euros. A ASGAVT garante que, desde o início da pandemia, as agências de viagens receberam 18 mil euros e queixam-se que os apoios são escassos.