Coronavírus

"Não são proibições incompreensíveis que vão parar a pandemia", diz Catarina Martins

Coordenadora do Bloco de Esquerda questiona restrições impostas pelo Governo.

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O dever de recolhimento a partir das 23:00 há está em vigor nos 45 concelhos mais afetados pela pandemia, assim como com as limitações às entradas e saídas da Área Metropolitana de Lisboa, impostas ao fim de semana.

Medidas que a coordenadora do Bloco de Esquerda critica: "Não vale apelar à responsabilidade e depois não assumir a responsabilidade de políticas públicas consequentes de resposta à pandemia. Sim, temos que ter cuidado. Sim, temos que evitar ajuntamentos. Mas não são proibições incompreensíveis que vão parar a pandemia".

Na apresentação dos candidatos autárquicos do Bloco de Esquerda ao concelho de Loures, Catarina Martins acusou ainda o Governo de não se ter preparado para esta nova fase da pandemia.

Já Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, pede "outra urgência e outro ritmo" na vacinação. Num comício da CDU, na Guarda, disse ainda que é urgente acelerar o processo de testagem massiva.

Rui Rio questiona a constitucionalidade do recolher a partir das 23:00. "Um recolher obrigatório com um simples despacho orçamental não é constitucional, isso parece-me absolutamente evidente. Não sei se é exatamente isso que está determinado ou apenas solicitar às pessoas que não saiam de casa a partir das 23:00. Agora, se for com caracter imperativo, não custa muito perceber que tem de ser um mecanismo legal diferente deste", referiu esta tarde o presidente do PSD na Figueira da Foz.

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