Coronavírus

Desemprego jovem cresceu quatro vezes mais do que a média nacional durante a pandemia

A precariedade levou à perda de 100 mil postos de trabalho.

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O desemprego jovem cresceu quatro vezes mais do que a média nacional durante a pandemia.

São cada vez mais os jovens que recorrem aos centros de emprego desde o início da pandemia e apesar da qualificação. De acordo com os números avançados pelo Jornal de Notícias, há menos 100.000 jovens com emprego e os trabalhadores inativos ascendem aos 261.000.

Em 2020 Portugal era o quarto país da União Europeia com maior percentagem de jovens com contratos de trabalho temporários. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, o salário médio de um trabalhador até aos 24 anos é de 678 euros, pouco mais de metade de um com mais de 65 anos.

Perante estes indicadores, o Governo reforça as medidas de incentivo à contratação. O programa Ativar.pt já recebeu perto de 65.000 candidaturas, o programa Compromisso Emprego Sustentável, financiado pelo Programa de Recuperação e Resiliência, prevê a criação de 30.000 postos de trabalho com contratos sem termo e conta com um adotação de 230 milhões de euros.