Coronavírus

Moratórias dos créditos estão a terminar nos EUA e milhões de pessoas enfrentam risco de despejo

País continua a contar com uma grande fatia da população que rejeita a vacina.

Saiba mais...

Nos Estados Unidos, milhões de norte-americanos enfrentam o risco de despejo porque estão a terminar as moratórias dos créditos.

O diploma, que garantiu durante 11 meses as moratórias à habitação, expirou no sábado. Desde então ativistas, incluindo uma congressista democrata, dormem nas escadas do capitólio. Para além da visita do reverendo Jesse Jackson, receberam também as palavras de apoio da líder da maioria democrata, Nancy Pelosi, a pressionar o Presidente para voltar a impôr a medida. Mas Joe Biden diz que tem de ser o Congresso a tomar a decisão.

O país continua a contar com uma grande fatia da população que rejeita a vacina. Em Nova Iorque, por exemplo, a marca dos 10 milhões de nova iorquinos vacinados foi conseguida à custa de incentivos, como dinheiro, mas também o emprego, porque para quem quer começar a trabalhar em qualquer organismo da câmara é necessário estar vacinado. No entanto, são estados do sul e do interior, como o Missouri, com menos de 40% de população vacinada, que representam um problema para uma estratégia assente na vacinação.

Na Europa, mais do que resistência há atos de violência. Esta segunda-feira de madrugada um homem pegou fogo a um centro de vacinação numa cidade do sul da Polónia.

Já em Israel começou a ser administrada a terceira dose a maiores de 60 anos que tenham tomado a segunda há mais de cinco meses.

Antevendo uma continuidade na procura, a Pfizer e a Moderna aumentaram os preços por vacina a serem pagos pela União Europeia. As farmacêuticas justificam o aumento de custos devido à adaptação da fórmula para lutar contra novas variantes.