Coronavírus

Covid-19: autoridades descartam relação entre vacina e paragem cardíaca em menina brasileira

20.01.2022 22:10

An eight-year-old child receives a second dose of the Pfizer COVID-19 vaccine at Northwest Community Church in Chicago, Saturday, Dec. 11, 2021. Pfizer is adding an extra dose of its COVID-19 vaccine for babies and preschoolers enrolled in a study of the shots. Pfizer and its partner BioNTech announced, Friday, Dec. 17, they were adding a third dose to the study after a preliminary analysis found 2- to 4-year-olds didn’t have as strong an immune response as expected. (AP Photo/Nam Y. Huh)

A criança, que sobreviveu, recebeu a primeira dose pediátrica da vacina da Pfizer.

As autoridades sanitárias de São Paulo descartaram esta quinta-feira a relação entre a vacina contra a covid-19 e uma paragem cardíaca sofrida por uma menina de 10 anos, 12 horas depois de ser imunizada numa cidade deste estado brasileiro.

“Concluiu-se que não é um evento adverso à vacina. Não há relação com o imunizante administrado. O que se descobriu, infelizmente, foi um problema cardíaco que os pais desconheciam”, declarou o secretário de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, numa conferência de imprensa.

Devido a esta ocorrência, a cidade de Lençóis Paulista, com 70 mil habitantes e localizada no interior do estado de São Paulo, suspendeu por sete dias a vacinação de crianças entre 5 e 11 anos e a campanha de imunização infantil que começou na última sexta-feira no Brasil.

Segundo o secretário de Saúde, que é médico infecciologista, com a conclusão alcançada no caso espera-se que a vacinação seja retomada naquele município para que todas as crianças “regressem às aulas protegidas”.

A criança, que sobreviveu, recebeu a primeira dose pediátrica da vacina da Pfizer/BioNTech na quarta-feira.

Em nota, a Pfizer afirmou que “não existem alertas de segurança graves relacionados com o imunizante” e que os ensaios clínicos com 2.268 crianças realizados nos Estados Unidos, Finlândia, Polónia e Espanha “apresentaram respostas robustas na produção de anticorpos e um perfil de segurança favorável”.

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