Alterações Climáticas

A um dia do final da Cimeira do Clima ainda não há acordo entre as nações

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Grande objetivo dos mais de 190 países é limitar o aumento da temperatura global a 1,5 graus.

Ao fim de quase duas semanas, ainda não há um acordo, no Egito, para um texto final da Cimeira do Clima, que termina esta sexta-feira. As divergências são enormes, e as Nações Unidas continuam a pressionar os mais de 190 países que participam nas reuniões, para a urgência de medidas que travem as alterações climáticas.

A ambição comum das nações reunidas no Egito é manter o limite de um grau e meio para o aumento da temperatura global. A ONU, por sua vez, já clarificou que se nada mudar o objetivo não será cumprido.

A COP27 tem fim marcado para amanhã e, até ao momento, ainda não há nenhuma decisão quanto ao pontos fulcrais do texto final que resultará do encontro.

Há divergências grotescas entre aquilo que as nações mais ricas e as mais pobre pretendem, sendo que os países mais poderosos são os mais poluentes, enquanto que os mais necessitados são as maiores vítimas das alterações climáticas.

Ciência e religião para reverter as alterações climáticas

A Bolívia atravessa uma grave seca que está a destruir os campos e a deixar os agricultores à beira do desespero. Com o intuito de pôr fim a este problema, dezenas de pessoas juntaram-se em oração no topo de uma montanha sagrada.

Em África as alterações climáticas são também uma preocupação crescente. Por essa razão, nos Camarões, Erik Tankeu criou um gás sintético não poluente proveniente de restos de carvão que iriam para o lixo.

O produto final final é engarrafado e distribuído pelas casas dos habitantes e por pequenas empresas da capital do país que, com esta inovação, deixam de utilizar lenha para cozinhar ou trabalhar.

O consumo de madeira nos Camarões é um problema que levanta preocupações e, de acordo com os últimos dados, dois milhões de hectares de floresta foram perdidos só no último ano.


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