Presidenciais

André Ventura: “Não serei o Presidente dos que não trabalham”

Rafael Marchante

O candidato nega vir a apoiar os que estão “à margem da lei”.

O líder do Chega e candidato à Presidência da República, André Ventura, afirmou em entrevista à Rádio Renascença e ao Público que não será Presidente dos “que não trabalham e vivem de esquemas”.

“Não serei o Presidente de todos os portugueses, serei o Presidente dos que trabalham, pagam impostos, sustentaram este país e que agora se sentem defraudados porque quando mais precisam, o Estado lhes vira as costas”, disse.

Segunda volta com "luta entre regime e antirregime"

André Ventura considera provável que Marcelo Rebelo de Sousa seja o candidato mais votado na primeira volta das Presidenciais, mas acredita que disputará uma segunda volta. Reconhece ainda a adversária de peso Ana Gomes, mas espera ficar à sua frente.

“Duvido muito que Marcelo sequer se aproxime dos 50%. Vamos ter que ir à segunda volta e o que espero é que seja eu a não a Dra. Ana Gomes. Reconheço que seja uma adversária de peso, mas espero ficar à frente para que a luta na segunda volta seja entre o regime e o antirregime”, concluiu.

A mensagem para o PSD: "Boa sorte a tentar uma maioria absoluta com o CDS e a Iniciativa Liberal"

Sobre uma possível coligação com o PSD, André Ventura diz que Rui Rio nunca será primeiro-ministro sem o Chega. Garante que os portugueses não vão votar numa maioria absoluta dos sociais-democratas.

Na mesma entrevista, Ventura revela que vai reformular a proposta polémica que apresentou no Parlamento e que pretende proibir a captação e difusão de imagens de ações policiais, especialmente sobre “grupos étnicos ou raciais minoritários”.

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