Presidenciais

Ao sétimo dia da campanha, Marcelo deixa um aviso sério e duro aos portugueses

Na segunda ação de campanha, o Presidente-candidato visitou Santa Casa da Misericórdia do Barreiro.

O candidato presidencial Marcelo Rebelo de Sousa apelou aos portugueses para que levem o confinamento a sério e não o encarem como leve ou facultativo, evitando sobrecarregar ainda mais os serviços de saúde.

"Não é de mais apelar a todos para que não vejam este estado de emergência e este confinamento como um confinamento suave, um confinamento leve, um confinamento facultativo, um confinamento que não é para levar a sério", afirmou o chefe de Estado e recandidato ao cargo, perante os jornalistas.

O candidato presidencial apoiado por PSD e CDS-PP realçou que se o dever de recolhimento domiciliário que vigora desde sexta-feira não for respeitado "a primeira consequência imediata é o aumento da pressão sobre as estruturas de saúde, que ninguém deseja e que é mesmo muito indesejável".

"A segunda consequência é alongar o confinamento", acrescentou.

Marcelo Rebelo de Sousa reforçou o apelo para que os portugueses façam "um esforço para levarem a sério este confinamento, como se leva a sério noutras sociedades europeias, porque ele existe porque é necessário", insistindo que é preciso evitar "situações de stresse, de ambulâncias à espera" nos serviços de saúde.

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