Presidenciais

Marcelo e as nuvens da abstenção na viagem ao norte

Ana Geraldes

Ana Geraldes

Jornalista

João Venda

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Pedro Carpinteiro

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Tomás Pires

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Candidato fez-se acompanhar de autarca socialista de Gaia em 2 ações e avisa: "segunda volta tem exigência acrescida".

Foi preciso esperar por 2 dias antes do fim da campanha para ver Marcelo subir ao norte do país. Já tinha antecipado, nos últimos dias, que queria dar alguma atenção à saúde. Mas acabou por ser uma visita a uma fábrica automóvel de Vila Nova de Gaia a ação de maior destaque. E aquela em que se fez acompanhar pelo Presidente da Câmara, o socialista Eduardo Vítor Rodrigues. É um dos 22 autarcas do PS que assinaram um manifesto de apelo ao voto no Presidente-recandidato e a primeira vez que Marcelo - que insiste em andar sozinho, conduzindo o próprio carro, nas ações de campanha - aparece com um apoiante assim, numa ação pública, de forma tão visível.

No hospital de Gaia, lá estava também. O candidato diz que até tem dois partidos que lhe declararam apoio (PSD e CDS) e personalidades, dirigentes antigos e atuais, e também, governantes e dirigentes do Partido Socialista.


A dias da campanha, Marcelo conta apoios. Quando admite que a abstenção pode complicar as contas de uma vitória já no domingo. Já o tinha dito, de viva voz, o liceu Pedro Nunes. Agora acrescenta que uma segunda volta, estendendo a campanha eleitoral por mais semanas, no período mais grave da pandemia, é uma "exigência acrescida". É o apelo ao voto. Marcelo garante que fez tudo para mobilizar. "O Presidente e o candidato".

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