Guerra Rússia-Ucrânia

Ucrânia: Polónia recusa disputar com Rússia jogo de qualificação para Mundial do Qatar

The flags of qualifying nations are raised along the Doha Corniche, in front of the countdown clock on February 3, 2022, as Qatar prepares to host the FIFA World Cup 2022. (Photo by KARIM JAAFAR / AFP) (Photo by KARIM JAAFAR/AFP via Getty Images)
The flags of qualifying nations are raised along the Doha Corniche, in front of the countdown clock on February 3, 2022, as Qatar prepares to host the FIFA World Cup 2022. (Photo by KARIM JAAFAR / AFP) (Photo by KARIM JAAFAR/AFP via Getty Images)
O presidente da Federação de Futebol da Polónia considerou que esta “é a única decisão correta”.

A Polónia “não encara a hipótese de jogar a partida de qualificação” para o Mundial de futebol do Catar, previsto para 24 de março em Moscovo, disse este sábado o presidente da federação polaca da modalidade.

“Trégua nas palavras, é tempo de agir. Em virtude da escalada da agressão da Federação Russa na Ucrânia, a equipa da Polónia não encara a hipótese de jogar a partida de qualificação contra a seleção da Rússia”, escreveu Cezary Kulesza na sua conta na rede social Twitter.

O presidente da Federação de Futebol da Polónia considerou que esta “é a única decisão correta”, acrescentando que está a trabalhar com as federações checa e sueca para apresentar uma posição comum à FIFA, o regulador do futebol a nível mundial.

A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já provocaram centenas de mortos, incluindo civis, e centenas de feridos, em território ucraniano, segundo Kiev. A ONU deu conta de 100.000 deslocados no primeiro dia de combates.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a “operação militar especial” na Ucrânia visa “desmilitarizar e desnazificar” o seu vizinho e que era a única maneira de o país se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário, dependendo de seus “resultados” e “relevância”.

O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e motivou reuniões de emergência de vários governos, incluindo o português, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), União Europeia (UE) e Conselho de Segurança da ONU, tendo sido aprovadas sanções em massa contra a Rússia.

Saiba mais:

Últimas Notícias
Mais Vistos