Guerra Rússia-Ucrânia

“Viemos acudir estas pessoas”: como um português está a ajudar os refugiados ucranianos na Polónia

08.03.2022 18:00

People stand in line with their luggage waiting to board buses to be relocated from the temporary shelter for refugees in a former shopping center between the Ukrainian border and the Polish city of Przemysl, in Poland, on March 8, 2022. – More than two million people have fled Ukraine since Russia launched its full-scale invasion less than two weeks ago, the United Nations said on March 8, 2022. Poland alone has received nearly half of all those fleeing Ukraine, with figures dated March 8, 2022 showing that 1,2 million had crossed into the country in the past 13 days. (Photo by Louisa GOULIAMAKI / AFP) (Photo by LOUISA GOULIAMAKI/AFP via Getty Images)

Nuno é voluntário num centro comercial transformado em centro de acolhimento. 

Os enviados especiais da SIC Catarina Neves e Rogério Esteves estão numa das regiões junto à fronteira entre a Polónia e a Ucrânia. Esta terça-feira, relataram a situação de tensão vivida num centro comercial que foi transformado em centro de acolhimento. 

A este local não param de chegar pessoas e a principal ajuda é da comunidade local. Chegam lá à procura de apanhar um autocarro que os leve para outro país, para fugir à guerra. Pelo meio, há um português que arregaçou as mangas e lançou mãos à obra para ajudar os refugiados ucranianos

“Viemos acudir estas pessoas, vimos estas imagens e tivemos de vir ver com os nossos olhos”, conta Nuno Nicola à SIC.

O português, em conjunto com polacos e pessoas de outros países, é um dos voluntários que, neste centro comercial, está responsável por auxiliar os refugiados e fazer a sua triagem, para perceber para que país querem ir.  

Depois disso, são colocados dentro das lojas – cada uma corresponde a um país de destino – e lá têm camas onde podem descansar. É lá que aguardam até serem encaminhados para os autocarros. A viagem até ao país que escolheram é gratuita

Nos últimos dias, a situação tem sido mais tensa, já que “há muitos ucranianos a chegar por este ponto da fronteira” e uma “ânsia muito grande” de apanhar os autocarros, contam os enviados da SIC. 

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