Guerra Rússia-Ucrânia

SIC na Ucrânia: “pessoas que optaram por ficar em Kramatorsk vivem numa espécie de conformidade com a guerra”

LYSYCHANSK, UKRAINE – 2022/05/28: A woman walks in an empty and deserted street of the city going to collect water. Lysychansk is a city on the high right bank of the Donets River in the Luhansk region. The city is part of a metropolitan area including Severodonetsk and Rubizhne; the three towns constitute one of Ukraine’s largest chemical complexes. Lysychansk is now the frontline since the Russian troops destroyed the bridge connecting Severodonetsk to Lysychansk. Russian troops are attacking the city and moving towards it. The Russian army occupies the main road that connects Lysychansk to Kramatorsk. (Photo by Rick Mave/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
LYSYCHANSK, UKRAINE – 2022/05/28: A woman walks in an empty and deserted street of the city going to collect water. Lysychansk is a city on the high right bank of the Donets River in the Luhansk region. The city is part of a metropolitan area including Severodonetsk and Rubizhne; the three towns constitute one of Ukraine’s largest chemical complexes. Lysychansk is now the frontline since the Russian troops destroyed the bridge connecting Severodonetsk to Lysychansk. Russian troops are attacking the city and moving towards it. The Russian army occupies the main road that connects Lysychansk to Kramatorsk. (Photo by Rick Mave/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)

Relato dos enviados da SIC, Iryna Shev e Carlos Rosa.

Os enviados da SIC à Ucrânia, Iryna Shev e Carlos Rosa, relatam que apesar dos combates cada vez mais intensos na região de Kramatorsk, há muitas pessoas que preferem continuar a viver nessa zona.

“O ambiente que se vive no Donbass é bastante particular, é muito diferente daquilo que encontrámos nas regiões de Odessa, Mykolaiv e Kharkiv, onde o nervoso sente-se muito mais. Por aqui, as pessoas que optaram por ficar vivem numa espécie de conformidade com a guerra. Vemos nas ruas cerca de 50% de civis, enquanto os outros 50% são militares. Há esta convivência com a proximidade da guerra, em que veículos blindados andam ao lado de crianças em bicicletas. Esta proximidade explica-se pelo facto do Donbass não se encontrar com a guerra pela primeira vez, a guerra decorre aqui desde 2014”, explica a repórter.

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