Incêndios em Portugal

Demora no combate às chamas na Guarda gera críticas, mas autarca discorda

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Presidente da Junta de Aldeia Viçosa aponta falhas de coordenação.

O combate ao incêndio da Guarda está a ser alvo críticas. O presidente da junta de Aldeia Viçosa diz que a resposta dos bombeiros foi demorada e que faltou coordenação no terreno.

O autarca da Guarda discorda. Diz que, desta vez, não há qualquer falha a apontar aos operacionais. “Este incêndio, eu próprio assisti à sua evolução. Ele estava no topo da serra, em meia hora chegou às portas de Aldeia Viçosa”.

Luís Praia, autarca de Aldeia Viçosa, reconhece que o trabalho dos bombeiros foi incansável e fundamental para controlar o fogo, mas diz que faltou coordenação.

Temos que repensar a coordenação, é um trabalho que tem de ser feito depois do incêndio. No início estávamos cá nós e o presidente da câmara municipal da Guarda, só. Os bombeiros tardaram em chegar

Eu sou a entidade de proteção civil aqui na freguesia, ninguém me contactou. Nem a GNR, nem os bombeiros. Encontrámo-nos por aqui, é certo, mas se calhar devia ter havido outra coordenação. Houve meios que foram a casas que estavam desabitadas, que se calhar podiam ter sido aproveitados para outro sítio porque não sabiam

Já o presidente da câmara da Guarda considera que os bombeiros fizeram o melhor possível dadas as circunstâncias.

O vento era muito e nestas circunstâncias, ninguém faz milagres. Os meios começaram a chegar ao local, começaram a chegar cada vez mais meios.

Diz que não é comparável ao que aconteceu no outro incêndio, que consumiu mais de 17 mil hectares na Serra da Estrela.

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